As passarelas da moda

 

Entre extravagâncias e esquisitices encontramos tendências, formas e cores nos desfiles das passarelas.  As edições de cada temporada são estudadas por profissionais de moda, um deles, o caçador de tendências e ferramentas de inteligência artificial, responsáveis por levar as informações coletadas para os estilistas, a fim de que possam criar suas coleções. Em geral as peças são conceituais, ou seja, não foram feitas para comercialização. Elas abordam de forma criativa através de temas, os fenômenos sociais observados em diversas áreas como a economia, a tecnologia,  o comportamento humano e acontecimentos importantes de várias épocas.

“A moda é o espelho da sociedade, as tendências identificam os desejos desta sociedade.”

Nesse mundo há marcas que apresentam modelos conceituais no início do desfile e peças para venda. Muito poucas, atualmente. Voltando aos conceituais que corresponde à grande maioria a dúvida de muitas pessoas é como traduzi-las.

Toda peça exagerada é uma mensagem, ela quer chamar atenção sobre os elementos que estarão em alta na temporada, como cores, texturas, modelagens, silhuetas, comprimento, tecidos, estampas e etc. A unanimidade nos desfiles é que definirá as tendências de moda para aquela estação do ano.

Como curiosidade, muito comentado entre os fashionistas foi o polêmico estilista Jum Nakao, que em uma das edições da São Paulo Fashion Week usou vestidos de papel e os rasgou no final da apresentação.

“Os desfiles são condutores da imaginação, criando vínculos entre o sonho e a realidade”.

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